Difícil é se descrever, fazer com que palavras definam quem você é, ou deixa de ser. Não acredito que eu seja alguém de tão grande importância. Presumo que eu seja como qualquer um, com certos defeitos, porém acompanhada de qualidades. Posso ser constante, inconstante, ou até mesmo os dois ao mesmo tempo. Em grande parte do tempo, sou previsível, admito. Mas o imprevisível me acompanha de perto, quando necessário. Consigo ser o bem e mau, o certo e o errado, a tristeza e a felicidade. Eu posso ser tudo, ou simplesmente nada. Talvez eu seja isso; uma porção de coisas.
Sou uma dessas que sofre, chora, que fica em cacos. Sonha acordada, imagina como seria bom se tivesse continuado. Sonhadora demais, coração demais, orgulhosa demais, teimosa demais, …